Eu não tinha noção do quanto você me faria falta..
Entre lágrimas e sorrisos, você ainda me faz falta.
Sua amargura, meus erros, nossa amizade, nosso amor sincero que mais uma vez é desmoronado; sou a culpada por assoprar sempre tão forte o nosso castelo de cartas.
O que era meu, era seu, era nosso, sempre foi e sempre seria, mas eu pulei, eu tentei seguir, eu achei que não era o suficiente, não era o bastante, eu queria mais, queria intensidade, queria carne nova, como leão que ruge e sente fome.. Mas eu sabia que essa fome me mataria uma hora ou outra.
Eu não me arrependo do que fiz, o que me dói é ter te magoado, visto você partir.
Meu egoísmo ainda vai me matar..
E eu não sei onde estive, eu não sei no que estou me metendo, eu não sei o que eu fiz comigo. E enquanto eu assisto você desaparecer no chão, meu único erro foi eu nunca ter te deixado pra baixo. Então vou perder meu tempo, e vou queimar minha mente.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
A chuva que cai
Eu queria que você entendesse que a vida é mais que isso.
Mais que um status, um projeto de vida, uma maleta lotada de notas sem valor.
Você é importante, você me faz bem, me acalma e me protege de tudo...
Eu queria ser especial pra você, ser tudo que você é para mim; ser a razão do brilho do seu olhar, das palpitações do seu peito, da elevação da sua temperatura, eu queria ser tudo que há em você.
A chuva que cai, a vida que se segue.
Eu, você, ninguém.. um dia cairá no esquecimento e nada restará.
Mas peça para cavarem meu interior, me perfurarem e procurarem por dias, e lá estará... você.
Mais que um status, um projeto de vida, uma maleta lotada de notas sem valor.
Você é importante, você me faz bem, me acalma e me protege de tudo...
Eu queria ser especial pra você, ser tudo que você é para mim; ser a razão do brilho do seu olhar, das palpitações do seu peito, da elevação da sua temperatura, eu queria ser tudo que há em você.
A chuva que cai, a vida que se segue.
Eu, você, ninguém.. um dia cairá no esquecimento e nada restará.
Mas peça para cavarem meu interior, me perfurarem e procurarem por dias, e lá estará... você.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Você
quer conversar, mas têm preguiça de responder.
Quer que te ouçam, mas
não escuta.
Quer falar, mas interrompe a fala dos outros.
Quer que o
tempo passe rápido, mas se agarra ao passado.
Quer que tudo dê certo,
mas faz tudo errado.
Você quer liberdade, mas prende os outros.
Você
quer sorrir mais, mas só faz os outros chorar.
Você quer ser feliz, mas
abraça tristezas.
Você quer mais, mas só faz menos.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
A menina do balão vermelho - Banksy
A menina do balão
vermelho caminha pelas ruas, caminhando vai seguindo os muros, em alguns
muros percebe passagens, entradas, becos, outros lugares, só a
barreiras nenhum caminha por onde ir ou vir. A menina continua
caminhando, segurando o seu balão ela vai pensando, à passagens que ela
nunca ira passar, lugares por onde nunca irá caminhar, coisas e pessoas
que em nenhum momento da vida ela verá ou conhecerá.
Em
algum momento ela se entristece, pensa que perdera muita coisa e isso
não a deixará evoluir. Mas a caminhada não para é ininterrupto, o balão
as vezes chacoalha com o vento, parece que vai sair das mãos, mas a
menina segura com força não pensa em abandonar sua única companhia.
Em
alguns minutos uma percepção rápida lhe toma a mente, não se pode ter
saudade do que não se conhece que se for de ser, um dia será, não
precisara lagrimas, apenas será, assim como as ondas que quebram na
praia sem ter noção de onde esta indo.
É
o caminho que a vida toma, pode ser que entre por todas as passagens ou
apenas siga os muros sem desviar pelos lados, sem fazer voltas ou mudar
de rumo.
A
menina do balão vermelho sabia que era muito jovem pra se preocupar com
essas coisas, mas de fato ela se preocupava e não sabia por que, em
algum momento ela perdeu a inocência, ou foi a inocência que dela se
perdeu.
A
menina ao pensar nisso apenas sorriu, olhou para o balão que a tanto
caminha ao seu lado preso, agarrado a sua mão, lembrou que por vezes ele
parecia tentar fugir, era só o vento soprar e o balão tremulava todo,
como quem quisesse com vento seguir.
Pensou que motivo não tinha mais pra carregar o balão consigo, não queria ser desse tipo de pessoa que prende, que limita.
Abriu a mão e soltou a fita que prendia o balão a ela, o balão vermelho foi subindo com o vento indo perdido, levando com ele os pensamentos da menina.
Abriu a mão e soltou a fita que prendia o balão a ela, o balão vermelho foi subindo com o vento indo perdido, levando com ele os pensamentos da menina.
Ela
agora caminha sozinha, com a leveza de não se prender as coisas da vida,
a certeza que nunca se esquecera do balão, mas também não se
precipitara a pensar no futuro que a espera em cada lugar.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Cortes que cessam a dor
Eu não sei como poderia desabafar..
tem acontecido tanta coisa nessa última semana.
Eu compro roupas que não cabem em mim, eu sou uma gorda idiota e fracassada
fracasso sempre, sempre
Tenho tanto nojo de mim que dá vontade até de vomitar sem parar
Não tenho vontade de sair para lugar algum, ficar em casa, sem nada para fazer,
Eu estou perdida, não sei mais o que fazer.. sou uma perdedora, uma imunda.
Ele já notou diferença no meu modo de ser, eu espero que isso passe, mas ao mesmo tempo eu queria que ficasse comigo pra sempre.
Para ele eu estou ficando louca, pirada; mas eu pareço normal, não vejo nada além de uma gorda inútil aqui dentro. Não sirvo nem para conselhos, nem sei conversar com uma pessoa, faço de tudo para não ter companhias. É ISSO QUE ME TORNEI, UM MONTE DE MERDA AMBULANTE.
Ficar lamentando não vai adiantar, eu sei bem disso..
E mais uma vez eu caio no poço e me afogo com a água fria.
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